Estimados leitores, não poderia deixar de partilhar convosco um momento especial vivido na noite de 13 de fevereiro, na Casa dos Açores do Quebeque.
Foi um jantar magnífico, não apenas pela excelente gastronomia, mas também pela decoração primorosa da sala e das mesas, adornadas com arranjos florais alusivos ao São Valentim — rosas e corações vermelhos, preparados com grande esmero.
Antes do serviço da refeição, foi-nos oferecida uma bebida para aguçar o apetite. Seguiu-se, sem grande demora, um bacalhau à Brás sublime, muito bem confecionado, que agradou a todos, inclusive a quem nunca tinha provado esta iguaria. Depois, a sopa — divina — servida com todo o rigor e acompanhada de um detalhe que revela o apreço pelos clientes desta Casa: um minúsculo naperon rendado destinado a receber o prato. Um gesto simples, mas que, a meu ver, faz toda a diferença e demonstra a consideração e estima que a gerência dedica aos seus sócios, amigos e frequentadores.
O prato principal, carne de porco à Alentejana, estava igualmente delicioso — daqueles sabores que, como diz o nosso povo, “são de comer e chorar por mais”. A sobremesa coroou a refeição: um suculento morango mergulhado em chocolate, acompanhado de uma generosa fatia de bolo, tudo servido com um café igualmente saboroso.

A música esteve a cargo do DJ Eduino Machado, cuja voz melodiosa e romântica animou a noite e levou até os mais velhos à pista de dança, num ambiente de alegria e descontração. Parabéns ao artista pela diversidade de canções e pela forma como transformou um simples jantar num verdadeiro momento festivo.
Na minha qualidade de sócia, agradeço a todos os voluntários que, com simpatia e profissionalismo, nos servem à mesa, oferecendo-nos a sensação de sermos valorizados como convidados, clientes, amigos e sócios desta Casa — a nossa Casa dos Açores do Quebeque.
Um agradecimento especial à direção da Casa dos Açores do Quebeque por nos proporcionar este convívio tão salutar, que nos permite viver momentos agradáveis em boa companhia — uma forma calorosa de quebrar a solidão que o rigoroso inverno canadiano tantas vezes impõe.
