Ricos….
Sexta-feira fui passar um pouco do meu precioso tempo na festa do Espírito Santo. Muito gostei desde o início até ao fim, bem ao fim para mim, porque quando abalei da cave da Missão de Santa Cruz a festa ainda estava no começo.
Muita gente estava presente: os meus amigos de Laval, o José Andrade dos tempos do Folclore de Laval e o homem dos foguetes e roqueiras, o Steve Sousa. Só nas festas de Laval é que eu via roqueiras e foguetes.
Aquela Filarmónica Portuguesa de Montreal, a mãe das filarmónicas portuguesas do Quebec, é um espetáculo para animar um serão de Espírito Santo e outras brincadeiras. Foi um regalo ouvir e ver duas mãos e meia cheias de jovens músicos/as a tocar melodias dos meus tempos de adolescente e jovem adulto.
Também encontrei uma abelha que me falou ao ouvido sobre a Associação da Vila d’Anjou. Fica sabendo que a carta anónima que enviaste já não é, mas eu não digo nomes para não me apoquentar.
Eu fico menente quando ouvi uma outra abelha a dizer que muita gentinha vai comer as sopas, a carne guisada e outras saborosas comidas das festas do Espírito Santo e, quando a Bandeira, acompanhada dos músicos da Filarmónica, passa entre as mesas a pedir umas pataquinhas para ajudar nas despesas, não se esqueçam que as comidas que estão nas vossas mesas não são obra e graça da Pombinha. São muitos sacrifícios e noites perdidas de voluntárias/os em honra do Divino Espírito Santo.
Muitos dão meia dúzia de vinténs.
Segunda-feira, dia 25, foi dia da Pombinha nos Açores. Vai haver outras festas do Espírito Santo nas próximas semanas… Não se esqueçam de uma contribuição mais generosa, vai agradar à Pombinha e mais aos voluntários. Sem eles não vai ser possível organizar festas desta qualidade e com a fartura que vai parar às vossas mesas.
«Só sei que nada sei, e o facto de saber isso me coloca em vantagem sobre aqueles que acham que sabem alguma coisa.»Sócrates
Coisas do Corisco
