DIRIGENTES EUROPEUS… Depois De Rutte, Surgiu Agora Infantino


Há bem mais de ano e meio, Donald Trump, numa autêntica das suas, apontou os políticos europeus como sendo muito fracos, com alguns deles a mostrarem-se mesmo estúpidos. Bom, se Trump tivesse dito que 2 + 2 = 4, não se poderia deixar de concordar. Pois, foi com plena concordância que de pronto reagi àquela qualificação de Trump aos políticos europeus. E a tudo isto junto mais este qualificativo: de um modo muito geral, mostram-se cobardes e subservientes perante Trump e os Estados Unidos.
Lamentavelmente, os europeus tinham, até há pouco, o supremo daquelas caraterísticas apontadas por Trump bem centradas em Marc Rutte, sobretudo depois daquela referência a Trump como sendo o nosso paizinho. Uma saída ridícula, a que tem de se somar tudo o resto que se tem vindo a ver no atual Secretário-Geral da OTAN. A verdade é que Trump tinha a mais cabal razão naquela sua qualificação sobre os dirigentes europeus.
Ora, há uns dias poucos, eis que o Presidente da FIFA, o já tristemente histórico Infantino, nos surgiu com este miminho, que mostra bem como a presença de Trump no poder norte-americano fez vir à superfície a baixa qualidade dos dirigentes europeus, políticos ou outros, como, por exemplo, os desportivos e os culturais: com um pedido de Trump a Infantino, este anulou a expulsão de certo jogador norte-americano, que por isso não iria poder jogar contra a Bélgica, em que os americanos acabaram completamente cilindrados. No fundo, uma pleníssima cunha de Trump a Infantino, que mostrou esta realidade já muito conhecida, mas cobardemente silenciada: Donald Trump é hoje, indubitavelmente, um ditador generalizadamente aceite, mas com dimensão mundial. Acontece que Donald Trump só consegue praticar este seu estatuto por via da tal falta de qualidade dos políticos europeus, alguns deles mesmo estúpidos. E também generalizadamente cobardes, como eu mesmo acrescentei ao reconhecimento trumpiano. Pois, aí nos foi dado ver o mais recente triste exemplo de Infantino, mostrando que a lei desportiva não é igual para todos, dependendo mesmo de uma cunha adequadamente forte. E dos dirigentes nacionais do futebol, bom, nem uma palavrinha! E sabe o que lhe digo? Ah!, é que nós, agora, temos a democracia…
Este caso do binómio Trump-Infantino mostra bem a razão de termos hoje o mundo que se vê, dito democrático e em nada um Estado de Direito. Vivemos num crescente mundo de faz-de-conta…