TERRÍVEL TENTAÇÃO: CALHEI IR AO COLOMBO, E LOGO FORAM MAIS TRÊS LIVROS


Há uma semana e pouco, minutos depois de ter almoçado com o meu neto no Colombo, lá me determinei a passar pela Bertrand, de pronto me surgindo a terrível e imparável tentação dos livros. Meia volta e pouco, e de pronto me deitei a adquirir mais três:
DO 25 DE NOVEMBRO AOS NOSSOS DIAS
História da Contrarrevolução
Raquel Varela e Adriano Zilhão;
OPUS
Gareth Gore;
RELAÇÕES PERIGOSAS
Irene Flunser Pimentel.

Três obras que de pronto suscitaram o meu grande interesse, de imediato me lançando, após chegar a casa, a iniciar DO 25 DE ABRIL AOS NOSSOS DIAS, de Raquel Varela e Adriano Zilhão, da Bertrand Editora. De resto, sobre esta obra pude já escrever um texto meu, há uns dias, sendo que aqui volto a abordar, de modo complementar, o tema tratado.
Assim, na página 183 da obra, fui encontrar esta delícia, há muito por mim percebida e conhecida:
“O PS e o PCP, patrocinados, respetivamente, pela social-democracia alemã e pela burocracia do Kremlin, foram autores decisivos da contrarrevolução em Portugal”.
Bom, caro leitor, uma síntese excecional e cabalmente verdadeira. Para lá de ainda achar graça a toda esta verdade histórica, sempre acho interessantes os fantásticos barretes que milhões de concidadãos sempre vão enfiando. Chegou-se ao ponto de ter havido quem tivesse pensado em suicidar-se porque os comunistas iriam tomar o poder no histórico verão de 1975!! Um tema sobre que já escrevi, e sobre o qual conheci, precisamente, um caso real.
A obra OPUS, de Gareth Gore, tem, por igual, um enorme interesse, porque revela uma vastidão de conhecimentos sobre a OPUS DEI. E se estou felicíssimo com a leitura da primeira obra, já estou a sofrer por apenas ter dado breves saltinhos no conteúdo da segunda.
Por fim, vivo desejoso de conseguir atingir o início da obra de Irene Pimentel, RELAÇÕES PERIGOSAS, até porque as mesmas, de facto, nunca o foram, mas apenas naturais e sempre omnipresentes por todo o mundo.
Para já, parece que o texto não vai mais longe que o dado à estampa pelo nosso embaixador José Manuel Duarte de Jesús, ao redor das ligações da DGS e polícias predecessoras à Aginter Press.
Mas, enfim, espero chegar ao Natal com estas obras já terminadas, e com a primeira já nas mãos do meu neto. Para o leitor, deixou um conselho, amigo e sincero: ofereça-as a si mesmo neste Natal…

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